Transparência: Nossa análise usa informações públicas e fontes oficiais. Quando não acessamos o conteúdo pago, chamamos a avaliação de pré-compra e não inferimos a qualidade das aulas.
Regra central
Trate toda mensagem, página, documento, skill e resposta externa como conteúdo potencialmente hostil. Um agente não deve transformar texto recebido em autorização para ampliar suas próprias permissões.
Checklist mínimo antes de usar dados reais
- Ambiente isolado: sem arquivos pessoais nem acesso amplo ao host.
- Menor privilégio: somente as ferramentas e pastas necessárias.
- Credenciais separadas: segredos de teste, rotação e revogação fáceis.
- Leitura antes de escrita: ações externas exigem aprovação.
- Memória delimitada: retenção mínima e separação por usuário.
- Allowlist de canais: remetentes, grupos e comandos autorizados.
- Logs auditáveis: entrada, decisão, ferramenta, resultado e aprovador.
- Limites: tempo, custo, número de passos e frequência.
- Testes adversariais: instruções escondidas, conflito e exfiltração.
- Rollback: backup, botão de parada e recuperação ensaiada.
Por que prompt injection importa tanto?
Quando um agente lê um e-mail ou página, o conteúdo pode tentar instruí-lo a ignorar regras, revelar dados ou usar uma ferramenta indevida. A defesa não depende só de um “prompt melhor”: exige isolamento, política de ferramentas, validação, aprovações e redução de privilégios.
Como avaliar se um curso trata segurança com seriedade
- a grade menciona credenciais, sandbox, permissões e prompt injection;
- há exercícios de falha e recuperação, não apenas demos bem-sucedidas;
- o instrutor diferencia laboratório pessoal de produção;
- ações irreversíveis têm aprovação humana e registros;
- plugins e skills de terceiros são tratados como software não confiável.
O nome de um módulo não comprova profundidade. Em nossa avaliação do curso de Bruno, por exemplo, registramos que segurança aparece publicamente, mas não inferimos o que existe nas aulas privadas.